As Novas Vibraes de 2005
4 de novembro de 2004 por da Redação
**Por João Carlos de Freitas
Ano novo, vida nova, novas vibrações. Esta frase deveria ser a saudação para o ano de 2005. Assim, a partir de uma visão mais “esotérica” do revellion, seria ótimo que todos tivessem uma consciência maior e, consequentemente, uma preocupação mais significativa com as vibrações e radiações que fazem parte da nossa vida, pelo simples fato de estarmos passivamente expostos, e sem o menor conhecimento de seus efeitos sobre a nossa saúde e bem estar.
Dessa forma, e de uma maneira indolor, vamos perdendo o nosso equilíbrio vibracional, ou, numa visão mais detalhista da situação, comprometemos nossa estrutura atômico-molecular.
O estudo dos efeitos dessa radiação, sua interpretação e cuidados vêm sendo analisados pela holística atual sob a denominação de geopatologia. Assim, correntes vibracionais de natureza diversa, que nascem do coração do solo, podem interagir em uma complexa trama telúrgica, fazendo emanar uma freqüência impactante sobre a nossa estrutura vibracional.
Em outras palavras, uma pessoa, assim como todas as coisas que estão ao seu redor, vibra de acordo com uma determinada freqüência vibratória. Mas, qual seria essa estrutura, e os critérios para a sua fixação?
Para entender um pouco este assunto, vamos falar de um comerciante que, em suas horas livres, se dedicava a explorar diversos temas: Alfred Bovis. Dotado de um espírito aventureiro, ele conheceu e realizou diversos estudos na grande pirâmide de Keóps, em Gizé. Foi dessa arqueologia misteriosa que Bovis despertou para o fato de que a pirâmide, por sua forma, era capaz de emitir radiações desconhecidas, mas capazes de atuar sobre a matéria, animada ou não.
A partir daí, ele percebeu que é possível estabelecer uma avaliação sobre a intensidade de uma determinada freqüência de irradiação, partindo do princípio que tudo que se encontrar em uma freqüência inferior ou muito superior à freqüência vibratória do homem pode gerar algum tipo de desequilíbrio.
Assim, embora seja essa a freqüência vibratória da Terra, determinados pontos do solo podem emanar uma freqüência inferior (“campo de descarga”) ou superior (“campo de carga”) a do ser humano, fenômeno este através do qual estão associados diversos desequilíbrios e enfermidades de toda ordem, de maior ou menor gravidade.
E o que é mais inquietante é que essas manifestações ocorrem por todo o planeta, e em distâncias muito pequenas, de tal sorte que não há nenhuma construção no mundo em que não haja, no local, diversos focos de irradiações, sendo que muitas vezes estamos expostos a essas forças muitas horas do dia ou da noite, se sob elas estiverem camas, cadeiras, e poltronas, entre outras maneiras de exposição.
Mas o que fazer? Nenhuma técnica é mais capaz de localizar e identificar esses campos e seus efeitos do que a radiestesia, cuja palavra deriva do latim radius (raio) e do grego aisthesis (percepção). Através dessa prática, e por meio de instrumentos apropriados (como o pêndulo, entre outros), é possível ao operador identificar esses campos e seus efeitos e, conforme sua experiência e seus conhecimentos, transformar qualquer ambiente em um local saudável, produtivo e harmonioso, transformando a sua qualidade de vida e a de todos os seus familiares, fazendo com que o ano novo traga a todos, realmente, uma nova energia, e uma excelente vibração.
João Carlos de Freitas é advogado, radiestesista, radionicista e psicofisiognomonista (leitura de rosto), autor do livro A Dança dos Pêndulos. Site: www.leituradorosto.com.br e-mail joaocarlos@leituradorosto.com.br.




